
Depois de mais um final de semana estimulante com festas e muito alcool, chegou o domingo e lá estava eu na rodoviária voltando para Poconé. Para os que ainda não sabem, passei no Banco do Brasil e estou trabalhando nessa cidade que é a entrada do pantanal. Jacarés andam nas ruas e quem dita a lei são as capivaras... Bricadeira! rs.
Entrei no ônibus, liguei o mp3 do celular com Mike Ness e curti a escuridão da estrada pensando na vida e tentando planejar as coisas para o futuro, coisa que nunca consigo. As estrelas embaçadas devido ao vidro antigo, arvores e casinhas a beira da estrada. Como esse povo consegue morar no meio do nada em uma casa no meio da estrada?
Nem me dou o trabalho de pensar muito sobre o assunto, porque sempre fui ligado a Cuiabá e imagino que as pessoas também devem ficar presas ao ancoradouro de suas casas. Já desisti dessa ideia, atualmente até penso em transferência para outros estados e conhecer o Brasil me utilizando da rotatividade do banco.
Mudando de pato pra ganso, estava pensando agora em como abri a cabeça para entender ações estranhas (maudosas) das pessoas. Tudo vem da insegurança. Os inseguros tentam "puxar o tapete" dos outros pois não confiam que podem conseguir alcançar o que almejam apenas com trabalho e dedicação. Minha insegurança está na área de autoconfiança, mas tento manter minha honra, acima de tudo, e a consciência limpa.
Então se ouvirem falar que agi de má fé com alguém, não foi por querer. Minha índole é outra.
inté!
nunca sei terminar um texto rs.
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